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Mensagempor dboos » 19 Abr 2004, 22:52

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Alguém sabe mais sobre este grande carro???
Grande Abraço,

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Mensagempor Egry » 20 Abr 2004, 12:37

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Elegância à francesa

Com linhas modernas para a época e um modesto motor V8, o Simca representou um passo importante para nossa indústria


O nome Simca -- sigla de Société Industrielle de Mécanique et Carrosserie Automobile -- surgiu no cenário automobilístico em 1935, quando Henri Théodore Pigozzi decidiu montar em Nanterre, na França, os carros da italiana Fiat. Com pequenas diferenças de acabamento e detalhes dos congêneres italianos, esses carros levaram a marca francesa ao reconhecimento do consumidor.


Se no início Fiats e Simcas eram quase idênticos, logo as diferenças foram surgindo, até que nos anos 50 apareceram novos modelos. O de maior destaque foi o Aronde (forma arcaica de hirondelle, andorinha), o primeiro inteiramente francês, que obteve sucesso logo após seu lançamento, em 1951. Este fato representou tanto para a Simca que esta teve fôlego financeiro para adquirir uma fábrica da Ford francesa, instalada em Poissy. Vários Simcas Aronde chegaram a ser importados para o Brasil.

ImagemImagem
Origem francesa: os modelos Vedette Chambord, Beaulieu, Presidence e Marly '58

Nessa época, a Ford fabricava o Vedette, um sedã com linhas nitidamente inspiradas nos carros da matriz norte-americana e equipado com motor V8. A partir de carros-conceito da própria Ford, a Simca concebeu um novo modelo, também batizado de Vedette, equipado com o motor Ford revisto e dotado de linhas bem mais atraentes.


Ainda na década de 50, Pigozzi se empenharia ainda mais na diversificação da linha de automóveis e, para isso, contrataria os serviços de designers conceituados, com o objetivo de desenvolver uma linha de esportivos. Surgiriam desse esforço diversos veículos com a motorização dos Fiats 1100/1200/1300 da época.

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O Chambord foi o mais famoso e vendido Simca brasileiro. Na foto o modelo 1961

Apesar da notoriedade nas pistas, a marca Simca enfrentou diversos problemas e, talvez, o pior deles tenha sido a atuação da americana Chrysler. Esta, ao tornar-se acionista da companhia francesa, acabou por riscar a imagem dos Simcas exportados para os Estados Unidos. Ainda assim, na terra natal, a marca perdurou até os anos 80, em associação com a Matra e a Talbot.


A Simca atravessa o Atlântico

A marca se instalou no Brasil em 5 de maio de 1958 e o primeiro modelo foi o Chambord, apresentado em 1959. A produção de veículos nacionais se resumia, então, aos Volkswagen Sedan 1200 e Kombi, DKW-Vemag (sedã, perua e jipe), Romi-Isetta, e Rural e Jeep Willys . A fábrica ficava defronte à Volkswagen, do outro lado da Via Anchieta, rodovia que liga a capital paulista a Santos, no litoral.


O nome, do maior castelo do Vale do Loire, na França, pretendia um ar de grandiosidade e luxo ao carro. O Chambord nacional era quase uma cópia fiel do Vedette francês. Ou seja, suas características técnicas eram inovadoras e suas linhas representavam um grande avanço no estilo dos automóveis brasileiros. Com motor V8 de apenas 2,35 litros de cilindrada e válvulas laterais, sua potência bruta alcançava os 88 cv.

Imagem
O ornamento da traseira, inspirado no Lincoln Continental, identificava o Presidence, versão de topo com bancos de couro, ar-condicionado e até bar para o compartimento traseiro

O desempenho não era dos melhores, o que lhe valeu o apelido de Belo Antônio: bonito, mas impotente. O câmbio tinha três marchas, com alavanca na coluna, e a primeira não era sincronizada. Foi o primeiro sedã nacional de motor dianteiro e tração traseira e, ainda, a trazer alternador em lugar do dínamo. Era importado, da marca francesa Ducellier.

Suas suspensões eram das mais suaves e, ao mesmo tempo, propiciavam boa estabilidade para os padrões de então. A grande inovação estava na dianteira, com a concepção batizada de Stabimatic. Era uma autêntica suspensão McPherson, então inédita no Brasil, em que o braço transversal era simples e o estabilizador se encarregava de manter a roda posicionada longitudinalmente, enquanto a coluna de suspensão era o próprio amortecedor. Mas na traseira encontrava-se o tradicional eixo rígido com diferencial e feixes de molas semi-elíticas, além dos amortecedores.


Imagem
O Alvorada, modelo básico e voltado aos taxistas -- mais tarde com o nome Profissional -- não fez sucesso

o ano seguinte já era apresentada uma versão ainda mais sofisticada, o Présidence. Também inspirada em versão francesa, a brasileira possuía bancos de couro, luzes de leitura para os passageiros, rádio de longo alcance, bar para o banco traseiro dotado de copos de cristal. Todo o luxo tinha endereço certo: as autoridades da época.


Mas o grande diferencial do veículo era um kit externo de estepe que ornamentava a tampa do porta-malas, seguindo uma tendência lançada pelo Lincoln Continental e Ford Thunderbird. Realmente conferia ar sofisticado ao carro. A mecânica também se diferenciava da versão mais simples pela alimentação por dois carburadores de corpo duplo e maior taxa de compressão, o que permitia potência bruta de 94 cv.

CONTINUA
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Mensagempor Egry » 20 Abr 2004, 12:43

Em 1962 era lançada uma versão esportiva, disponível em duas opções, Rallye e Rallye Especial. Esta última era uma mistura das concepções esportiva e luxuosa, recebendo equipamentos e motorização iguais aos do Présidence. Os modelos Rallye também possuíam seu toque exclusivo: duas entradas de ar montadas sobre o capô, que davam o ar agressivo típico de carros esportivos.

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A perua Jangada, lançada em 1963, inovava com as cinco portas e trazia amplo espaço para bagagem

Uma curiosidade nos Rallyes era o ajuste do avanço inicial de ignição a bordo, por meio de uma pequena alavanca no painel, bem próximo do motorista. Continuava a existir o avanço automático no distribuidor, mas o ajuste manual permitia compensar diferenças de altitude e de octanagem da gasolina. Nenhum outro carro nacional trouxe esse dispositivo.

No mesmo ano aparecia a caixa com sincronização para a primeira marcha, que deu ao modelo o nome de 3-Synchros. Nas colunas traseiras, em cada lado, a figura de três andorinhas estilizadas marcava a importante evolução mecânica.

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O Simca de número 50.000: não muitos mais foram produzidos, com o Chambord representando cerca de 80% do total

A linha seria aumentada, em 1963, com a inclusão de um utilitário, o Jangada. Uma perua de cinco portas e linhas sedutoras, que seguia a mesma receita da irmã francesa, a Vedette Marly. Uma solução bastante comemorada, já que se tratava de um misto ideal do luxo do Chambord com a praticidade do espaço para bagagem maior. Com o banco traseiro escamoteado, chegava a nada menos que 1.800 litros de capacidade.


Na época, o único veículo nacional em tal configuração era a DKW-Vemag Vemaguet, de três portas, sem dúvida bastante defasada em termos estéticos. Vale lembrar que, à exceção da Veraneio, os brasileiros só voltariam a ver lançada uma perua de cinco portas original de fábrica 22 anos depois, a VW Quantum.


Ainda em 1963 surgia uma versão mais simples, destinada principalmente aos taxistas: a Alvorada, nome trocado por Profissional dois anos depois, quando foram lançados os carros populares. Apesar da mesma carroceria do Chambord, o Alvorada não possuía uma série de equipamentos, o que tornava seu preço convidativo para aqueles profissionais. Ainda assim, como todas as versões "pobres" da época, esta não obteve sucesso comercial.

Imagem
O engenheiro Pasteur e o motor Emi-Sul V8, com câmaras hemisféricas e válvulas nos cabeçotes: o primeiro desse tipo no hemisfério sul

A essa altura, a concorrência já havia dado o ar da graça, com Aero-Willys e FNM 2000 JK. Foi então que, em 1964, os Simcas receberam uma alteração de maior impacto. A motorização antiga tornava-se mais potente, o que justificava a nova denominação Tufão. A cilindrada foi aumentada para 2,43 litros e o motor passou a desenvolver 100 cv brutos.

Acompanhando as modificações técnicas, também eram alterados o desenho do teto, o pára-brisas e o vidro traseiro, tornando o conjunto mais retilíneo. Novos padrões de revestimento, grade e lanternas traseiras complementavam as novidades.


Novos ares


Apesar do esforço, a mecânica dos Simcas já estava por demais desatualizada. Por causa disso, ainda não tinha alcançado o nível de confiabilidade desejado e o público comprador era totalmente cristalino em relação a isso. Em 1964 o engenheiro e projetista Jacques Pasteur, inspirado na concepção dos motores Chrysler Hemi, com válvulas nos cabeçotes e câmaras de combustão hemisféricas, apresentava o Emi-Sul.

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Ao lado do Esplanada, de 1966, o Regente marcou a renovação de estilo da linha, embora mantendo a carroceria do Chambord

O novo motor desenvolvia 140 cv brutos para 2,5 litros de cilindrada, ganho importante sobre o antigo. O nome advinha do fato de ser o primeiro motor V8 com aquela concepção de câmaras de combustão no hemisfério sul. Os V8 de válvulas laterais já não tinham mais lugar no cenário automobilístico.


Mecânica revista, estava na hora de uma nova concepção estética. Como as linhas dos modelos disponíveis já se achavam bastante obsoletas, em 1966 foi apresentado o Esplanada. Na verdade, a carroceria era a mesma do Chambord, mas com frente e traseira totalmente redesenhadas, levando a crer tratar-se de um automóvel totalmente novo.


Sua aparição no salão de 1966 foi caracterizada pelo grande número de pessoas no estande da Simca. De fato, o estilo do carro era bastante interessante para a época, deixando-o em pé de igualdade com a concorrência. Esta, além do FNM 2000 e Aero-Willys/Itamaraty, passaria a contar com o Galaxie, produto recente da Ford americana que começava a ser produzido aqui.

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O GTX, lançado em 1968, foi uma tentativa de agregar esportividade aos Simcas: pneus radiais, bancos separados, câmbio de quatro marchas e faixas pretas

Em 1968 juntavam-se ao Esplanada o Regente, uma versão mais simples, e o GTX, com características esportivas. Este carro vinha equipado com câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho, bancos individuais, rodas esportivas, pneus radiais e pintura com faixas pretas.


Num claro exemplo do rebuliço em que se encontrava a indústria automobilística brasileira, ainda em 1967, o controle acionário da Simca passava às mãos da Chrysler. Anunciando o ocaso da marca, este viria a ser o último ano de fabricação da linha Chambord/Jangada.

CONTINUA
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Mensagempor dboos » 20 Abr 2004, 12:47

mais... mais... mais... queremos mais...

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Mensagempor Egry » 20 Abr 2004, 12:52

Apesar de todo o esforço, as vendas dos outros modelos não foram suficientes para que a Chrysler revisse seus planos. Por outro lado, esta já tinha em mente o lançamento do Dodge Dart, de fato bem mais moderno. Em 1970, os automóveis Simca saíam definitivamente de cena. No total, foram mais de 50 mil Simcas produzidos, com o Chambord contribuindo com mais de 40 mil unidades para essa conta e para os inúmeros saudosistas do singular estilo francês.

Imagem
A ligeira modernização trazida pelo Esplanada durou pouco: em 1970 os Simcas deixavam o mercado, abrindo espaço para o Dodge Dart


NAS PISTAS
Por Bob Sharp


A Simca do Brasil não demorou a participar das corridas de Turismo. Formou uma equipe que incluía pilotos famosos como Chico Landi, Jayme Silva, "Toco" Martins, Walter Hahn Jr. e vários outros. A concorrência era feroz, sob forma das equipes Vemag e Willys, mas os Simcas conseguiram vencer muitas provas, como a "6 Horas da Barra da Tijuca", em 1962 (onde o autor deste quadro estreou, com um VW 1200).


Aqueles carros com jeito americano -- a marca já começara na França justamente a partir do Ford Vedette, um carro norte-americano em escala reduzida -- e o som rasgado do motor V8 contrastavam na pista com os pequenos DKW-Vemag e com os ainda menores Renault Gordini e Willys Interlagos, cujos motores emitiam som mais estridente. Os Simcas eram um espetáculo à parte.


Mesmo pesando mais do que seus concorrentes, suas qualidades de suspensão conferiam-lhe elegância nas curvas, principalmente pelos acertos levados a efeito pelo engenheiro Jacques Pasteur. Raramente via-se um Simca escapar de traseira.

ImagemImagem
A garantia de dois anos ou
36.000 km, ainda hoje um bom
argumento de vendas, foi
bastante explorada nos comerciais
do Esplanada (esq.) e do Regente


iz a história que numa prova em Interlagos, quando Chico Landi havia passado de piloto a chefe de equipe, o astuto ex-piloto "aprontou" uma para seu par da Vemag, Jorge Lettry. A corrida estava nas últimas voltas e todo mundo estava com os tanques quase vazios. Landi sinalizou para Jayme Silva, que vinha em segundo para o Marinho em seu DKW número 10, para que entrasse no box para colocar combustível -- mostrou o funil para Jayme. Lettry mandou Marinho entrar e aguardou o Simca fazer o mesmo, o que nunca aconteceu....Claro, venceu Jayme Silva.

A Simca certa vez apelou para uma solução inusitada nas pistas. Dotou os carros de um diferencial com duas reduções, mais ou menos como nos utilitários 4x4 de hoje. Dessa maneira, tinham-se três marchas longas e três curtas, suprindo em parte a deficiência diante dos câmbios de quatro e cinco marchas. Só que na pista não era tão simples: terceira longa, terceira curta, segunda longa....


Cansada de ser superada após a entrada em cena dos Karmann Ghia-Porsche e dos DKW-Malzoni, a Simca deu um passo de gigante e trouxe dois protótipos Simca-Abarth dois-litros de duplo comando de válvulas, que literalmente roubaram a cena. Tinham motor traseiro "pendurado" na traseira, como no Porsche, e seu desempenho era impressionante. Abarth era à época uma conhecida firma de preparação de motores que trabalhava para várias fábricas, dentre elas a Fiat.

Imagem
O equilíbrio em curvas era uma das boas qualidades do Simca; raramente se via um escapando de traseira

Como os dois Simca-Abarth estavam no Brasil em regime de importação temporária, tiveram de voltar para o país de origem, a Itália, após dois anos correndo e vencendo aqui. Conta-se que uma irregularidade na papelada de readmissão impediu o desembarque no destino e, como não poderiam voltar para o Brasil, os dois Simca-Abarth estariam hoje repousando no fundo do mar Adriático...

Os Simcas deixaram mesmo suas marcas no automobilismo brasileiro.


Ficha técnica básica do Simca Rallye

MOTOR - longitudinal, 8 cilindros em V; comando no bloco, 2 válvulas laterais por cilindro. Cilindrada: 2.432 cm3. Dois carburadores. Potência máxima bruta: 94 cv a 4.800 rpm.

CÂMBIO - manual; 3 marchas; tração traseira.

FREIOS - dianteiros e traseiros a tambor.

RODAS - 15 pol; pneus, 6,50 - 15.

DIMENSÕES - comprimento, 4,7 m; peso, 1.215 kg.

DESEMPENHO - velocidade máxima, cerca de 135 km/h.


Fonte:
http://www2.uol.com.br/bestcars/classicos/simca-1.htm
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Mensagempor Egry » 20 Abr 2004, 12:55

NAS TELAS - O Vigilante Rodoviário

No melhor, mais popular e famoso seriado da TV brasileira nos gloriosos anos 60, o ator Carlos Miranda era O Vigilante Rodoviário, ou seja, o Inspetor Carlos. Em suas aventuras, ao lado de seu fiel cão Lobo, usava o Simca Chambord com as cores da Polícia Rodoviária. Ao andar de Simca com Carlos, o pastor-alemão Lobo ficava sempre no banco da frente, ao lado do Inspetor.

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Um dos automóveis usados na série pertence e foi recuperado por Carlos. Está com as cores originais, preto e amarelo, e com o mesmo brasão da polícia na porta. O Simca do Vigilante está sempre presente em exposições, encontros de carros antigos e outros eventos. E o protagonista da série está sempre vestido à caráter nestas ocasiões.

Imagem

O Simca também apareceu em várias novelas de época, como em Estúpido Cupido, da Rede Globo. O personagem de Ney Latorraca, ao ganhar na loteria, tem seu primeiro sonho realizado: comprar um Chambord. Anos depois, na década de 80, a música do grupo Camisa de Vênus traria aos jovens a importância do Simca Chambord a nossa indústria.

por Francis Castaings
fonte:
http://www2.uol.com.br/bestcars/classicos/simca-1.htm
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Mensagempor Egry » 20 Abr 2004, 13:06

Relamente este carro é maravilhoso, e deixou suas marcas na história, sendo o primeiro V8 brasileiro, saiu o primeiro em Março de 1959, e o primeiro motor de câmaras hemisféricas do hemisfério Sul.

Visite também: http://www.simca.com.br/
Este site é muito bem feitinho e tem muitas informações e fotos, de toda linha SIMCA. As imagens a seguir foram tiradas de lá.

Imagem
Simca Rallye 3 Andorinhas - Propaganda oficial da fábrica
Revista Quatro Rodas de janeiro de 1964



Imagem
Simca Rallye Tufão - Propaganda oficial da fábrica
Revista Quatro Rodas de janeiro 1966


Abraços!
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Mensagempor Caminha » 20 Abr 2004, 13:57

ôôôôô Egry

De onde vc tira tempo pra encontrar tanta informação preciosa...ou vai assumir a condição de biblioteca de antigomobilismo ambulante?

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Mensagempor jcesar » 20 Abr 2004, 14:58

Luciano Caminha escreveu:ôôôôô Egry

De onde vc tira tempo pra encontrar tanta informação preciosa...ou vai assumir a condição de biblioteca de antigomobilismo ambulante?

Caminha


a internet é uma coisa malhaviosoa... vc acha praticamente tudo... tem gente que ganha até dinheiro... eheheheheh

http://www2.uol.com.br/bestcars/classicos/simca-1.htm
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Mensagempor Maverick » 20 Abr 2004, 15:20

Luciano Caminha escreveu:ôôôôô Egry

De onde vc tira tempo pra encontrar tanta informação preciosa...ou vai assumir a condição de biblioteca de antigomobilismo ambulante?

Caminha


Eu tb quero saber... :roll: :roll:
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Mensagempor cadu scheliga » 20 Abr 2004, 15:30

O cara é mágico!!! Mal tenho tempo para ler e o cara, além de saber muuuito, ainda divide com todo mundo.


Grande Egry!
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Mensagempor Grigorevski » 20 Abr 2004, 19:09

Sou doido pra ter um Esplanada! Pena que são tão poucos hoje em dia. Mesmo em encontros, quase nunca vejo um. :(
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Re: Sinca

Mensagempor Rubem » 16 Mai 2004, 21:00

dboos escreveu:[img]http://www.vccnh.com.br/fotos%20teutônia/teutônia60.jpg[/img]

Alguém sabe mais sobre este grande carro???


Este belo Simca está em ampla reportagem da revista Classic Show, nº 5 de 2001, é um Hot com motor Opala 4 cil. a àlcool.

Um abraço

Rubem
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Mensagempor jcesar » 16 Mai 2004, 21:06

hot acho que não cai bem para esse carro, pois está com todos dos detalhes externos e internos nos padrões originais, somente a mecânica não é original... acho que street hot seria melhor... e um motor ford 302 v8 caia bem nesse carro...
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Mensagempor Rubem » 16 Mai 2004, 22:49

jcesar escreveu:hot acho que não cai bem para esse carro, pois está com todos dos detalhes externos e internos nos padrões originais, somente a mecânica não é original... acho que street hot seria melhor... e um motor ford 302 v8 caia bem nesse carro...


Realmente João voce tem razão, revendo na revista diz:

Street Simca , um hot com muita criatividade.

Um abraço

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